Em 2027 a CBS passa a ser cobrada de verdade
A Reforma Tributária (LC 214/2025) sai da fase de teste e começa a pesar no preço e no caixa. Entrar no ano com dívida antiga em aberto deixa menos fôlego para a mudança.
As dívidas da empresa podem encolher, com o governo e com bancos, mediante análise.
Imposto atrasado trava a certidão. Banco atrasado aperta o crédito. E os juros dos dois correm todo dia. O diagnóstico é gratuito e mostra quanto dá para reduzir. Nossos honorários são especialmente ligados à redução da dívida que conquistamos para você!

Na nossa visão, o cenário vai continuar exigente para quem empreende, e o sistema tributário não vai facilitar. O que está na sua mão é chegar em 2027 com a casa organizada.
A Reforma Tributária (LC 214/2025) sai da fase de teste e começa a pesar no preço e no caixa. Entrar no ano com dívida antiga em aberto deixa menos fôlego para a mudança.
Sem regularidade fiscal, licitação, financiamento e contratos maiores ficam mais difíceis. E o problema costuma aparecer justamente quando você mais precisa da certidão.
Juros sobre juros consomem o caixa todo mês. Renegociar com o banco não tem desconto previsto em lei, mas uma proposta bem fundamentada pode mudar as condições.
A ICT levanta as dívidas da empresa (Receita, PGFN, estados, municípios e bancos) e verifica o que pode ser negociado. Sem custo e sem compromisso.
Se houver caminho, o consultor da ICT apresenta a estratégia e a estimativa de redução por escrito. Nossos honorários são especialmente ligados à redução da dívida que conquistamos para você!
Com o governo, redução sobre juros, multas e encargos e prazo longo; com o banco, nova taxa, novo saldo ou novo prazo, conforme o caso. Formalizada a negociação, a certidão com efeitos de negativa pode ser obtida, conforme o caso.
Quanto o credor cobrava, quanto foi negociado e quanto a empresa pagou de verdade. Os nomes ficam em sigilo; os números, não.
Banco não tem desconto previsto em lei. Ele negocia, e negocia melhor com quem chega com dossiê técnico e defesa estruturada. Estas são as faixas de referência que vemos na prática:
O maior desconto possível
Equilíbrio entre desconto e prazo
Alongar o prazo e preservar os bens
Fechado o acordo, parte do saldo pode ser quitada com precatório comprado com deságio. Exemplo ilustrativo: num saldo de R$ 1 milhão, R$ 500 mil quitados com um precatório que custou R$ 350 mil são R$ 150 mil a menos. Na dívida com o governo federal, a lei permite; na dívida com banco, depende da aceitação do credor.
Na faixa de referência para dívida com garantia, a estimativa é de R$ 3,6 milhões a menos e 96 parcelas, preservando os bens dados em garantia. Produtor rural, agroindústria ou cooperativa: dívida com banco, imposto e fornecedor de insumos entram no mesmo diagnóstico.
Casos reais com nomes preservados por sigilo. Faixas de referência; o resultado depende de cada credor, processo e análise. Resultados passados não garantem resultados futuros.
Dívida federal tem transação prevista em lei, e o edital atual da PGFN aceita adesão até 29 de janeiro de 2027; estados e municípios têm programas próprios; com banco, a negociação é comercial. O diagnóstico mostra o que vale para o seu caso.
Com a CBS em 2027, preço, crédito e caixa mudam. Saber o impacto antes evita surpresa no primeiro trimestre.
Parcela que cabe no fluxo de caixa vale mais que desconto que a empresa não consegue pagar. A proposta considera a capacidade de pagamento.
Divide em 60 vezes sem desconto e com juros. Você paga por anos e o saldo devedor quase não se mexe.
Pode não vir, pode vir com regras piores e, enquanto isso, a execução fiscal anda.
Troca uma dívida negociável por uma dívida bancária cara, com garantia pessoal. O problema muda de nome.
Bloqueio de conta, protesto, penhora de faturamento. O silêncio é a estratégia mais cara.
Sem ler os editais e calcular a capacidade de pagamento, pede-se o desconto errado — ou não se pede.
Desde 2020 existe a transação tributária: a União, e depois estados e municípios, passaram a aceitar descontos e prazos de acordo com a capacidade de pagamento de cada empresa. As regras mudam por edital e exigem cálculo, documentação e estratégia. Com os bancos, ninguém dá desconto para quem chega de mãos vazias. A ICT levanta a dívida inteira e monta a estratégia de redução de cada frente.
Negociação técnica com PGFN, Receita e procuradorias usando as regras que o próprio governo criou. Na esfera federal, a lei prevê descontos de até 65% (70% para ME/EPP) sobre juros, multas e encargos e prazos de até 120 meses (145 para ME/EPP); estados e municípios têm programas próprios. Combinando frentes, já vimos reduções totais de 30%, 50% e até 80% — mediante análise.
Créditos judiciais definitivos contra a União podem ser usados para quitar dívidas federais com deságio (Constituição, art. 100, § 11); estados e municípios seguem regras próprias. É a frente que quase ninguém conhece — explicamos logo abaixo.
Revisão de juros abusivos, reestruturação e negociação de saldo a partir de um dossiê técnico. Banco negocia com quem chega preparado. Com fornecedores, a negociação busca prazo e saldo que caibam no caixa sem interromper o fornecimento.
Muitas empresas endividadas pagaram tributo indevido nos últimos 5 anos. Recuperar e compensar contra a dívida é, às vezes, o caminho mais rápido — é o que o nosso Radar identifica.
Você tem um consultor da ICT como ponto único de contato, apoiado por especialistas que vivem de ler edital da PGFN, montar dossiê para banco e estruturar operações com precatório.
Você responde algumas perguntas rápidas sobre as dívidas. Puxamos os dados públicos automaticamente — inclusive a dívida ativa federal que consta na PGFN — e um consultor entra em contato pelo WhatsApp.
Nossos especialistas levantam cada dívida por credor e por fase, calculam a capacidade de pagamento e montam os cenários: transação, precatório, renegociação bancária ou compensação de créditos. Você recebe a estimativa de redução por escrito.
Negociação e formalização com cada credor (com advogado habilitado quando a etapa exige), e um consultor da ICT acompanhando cada etapa com você. Nossos honorários são especialmente ligados à redução da dívida que conquistamos para você!
do total devido, combinando transação (até 65% na esfera federal, 70% para ME/EPP, sobre juros, multas e encargos), precatórios e programas estaduais e municipais.
145 para ME/EPP na transação federal: até 12 anos para pagar, com a empresa respirando.
depois de formalizada a negociação — vale como CND para crédito e licitações.
Resultados observados em casos reais; variam por empresa, órgão e fase da dívida. Tudo depende de análise.
Sim, é legal e previsto em lei. A transação tributária foi criada pela União (Lei 13.988/2020) e replicada por estados e municípios; o uso de precatórios para quitar dívidas também tem base legal (Constituição, art. 100, § 11, para a União; estados e municípios seguem regras próprias). Tudo é feito com procuração, documentação e formalização junto ao órgão. Nada de “jeitinho”.
Depende do órgão, da natureza e da fase da dívida, e da capacidade de pagamento da empresa. Na transação federal o teto legal é 65% (70% para ME/EPP), sobre juros, multas e encargos; combinando precatórios e programas estaduais e municipais, já vimos reduções totais de 30%, 50% e até 80%. O seu número só existe depois da análise — e é ela que apresentamos antes de você decidir qualquer coisa.
Serve. A renegociação com bancos e fornecedores é uma das nossas frentes: revisão de juros abusivos, reestruturação e negociação de saldo com um dossiê técnico. Se houver dívida com o governo junto, tratamos tudo de forma coordenada. Atendemos também o agronegócio: produtores, agroindústrias e cooperativas com dívida bancária, de impostos ou com fornecedores de insumos.
Na maioria dos casos, sim — e é justamente quando mais vale agir. A transação pode ser feita mesmo com execução em curso, e a formalização costuma suspender medidas de cobrança. Quanto antes, mais opções.
Não. O trabalho é complementar: seu contador continua com a rotina fiscal; a ICT cuida só da redução da dívida. Se quiser, seu contador ou advogado participa das reuniões.
É um crédito reconhecido pela Justiça contra o governo, com decisão definitiva (trânsito em julgado), em que não cabe mais recurso. Quem compra esse crédito pode usá-lo para quitar dívidas com o mesmo ente, com deságio. Só trabalhamos com precatórios verificados, e a indicação só acontece quando a análise mostra que a compensação é possível para o seu caso. A compra do precatório exige desembolso, informado antes de você decidir.
O diagnóstico é gratuito. Como cada dívida é diferente, os valores são analisados caso a caso e apresentados pelo consultor na reunião, por escrito. Nossos honorários são especialmente ligados à redução da dívida que conquistamos para você! Nada é cobrado antes da sua aprovação.
Sim. Sigilo contratual, tratamento conforme a LGPD (veja a nossa Política de Privacidade) e circulação restrita aos profissionais responsáveis pelo seu caso. Nunca pedimos senha, certificado digital ou dados bancários por mensagem.
Não. A ICT é uma consultoria; quando a negociação exige atuação jurídica (petições, representação, cessão de precatório), ela é feita por advogados habilitados.
Diagnóstico gratuito, sigiloso e sem compromisso. Se houver caminho, você recebe a estimativa de redução por escrito. Se não houver, você sai sabendo exatamente onde está.
